Depois de ter conquistado a comunidade de utilizadores Linux, ao oferecer a mais acessível versão do popular sistema operativo open-source para desktops e laptops, a Canonical prepara um ‘ataque’ ao segmento dos smartphones.
Depois de ter apelado à comunidade de apoiantes do Ubuntu em finais de 2011 para ajudar a Canonical a migrar o Ubuntu para a nova realidade - smartphones e tablets - e de ter lançado uma extensão ao Android que permitia transformar os smartphones em desktops, chegou a hora de conhecermos a ‘verdadeira’ solução móvel da companhia.

O Ubuntu Smartphone OS difere bastante da solução para desktop e integra grande parte das funcionalidades encontradas nas plataformas já estabelecidas no mercado.
Navegação por gestos, usando as margens do ecrã como ‘zona activas’, elementos gráficos que desaparecem para maximizar o espaço de apresentação, comando por voz, pesquisa global e suporte para aplicações nativas e HTML 5 são apenas algumas das principais características do novo sistema operativo móvel.
Onde a solução da Ubuntu se destaca é na sua capacidade de metamorfose ao permitir que um smartphone se ‘transforme’ num desktop quando colocado numa docking bay ligada a um ecrã, teclado e rato. Mas, ao contrário do WebTop da Motorola, a solução da Canonical não exige uma enorme capacidade de processamento o que o torna mais apto para ser aplicado a modelos de gama média ou até mesmo de gama de entrada.
Os principais trunfos do Ubuntu para smartphones passam pelo facto de ser uma plataforma realmente aberta, pelo apoio que a comunidade presta, pelo elevado grau de personalização que oferece, por suportar aplicações nativas e escritas em HTML 5 e por requerer um conjunto de especificações modestas.
Depois de ter apelado à comunidade de apoiantes do Ubuntu em finais de 2011 para ajudar a Canonical a migrar o Ubuntu para a nova realidade - smartphones e tablets - e de ter lançado uma extensão ao Android que permitia transformar os smartphones em desktops, chegou a hora de conhecermos a ‘verdadeira’ solução móvel da companhia.

O Ubuntu Smartphone OS difere bastante da solução para desktop e integra grande parte das funcionalidades encontradas nas plataformas já estabelecidas no mercado.
Navegação por gestos, usando as margens do ecrã como ‘zona activas’, elementos gráficos que desaparecem para maximizar o espaço de apresentação, comando por voz, pesquisa global e suporte para aplicações nativas e HTML 5 são apenas algumas das principais características do novo sistema operativo móvel.
Onde a solução da Ubuntu se destaca é na sua capacidade de metamorfose ao permitir que um smartphone se ‘transforme’ num desktop quando colocado numa docking bay ligada a um ecrã, teclado e rato. Mas, ao contrário do WebTop da Motorola, a solução da Canonical não exige uma enorme capacidade de processamento o que o torna mais apto para ser aplicado a modelos de gama média ou até mesmo de gama de entrada.
Os principais trunfos do Ubuntu para smartphones passam pelo facto de ser uma plataforma realmente aberta, pelo apoio que a comunidade presta, pelo elevado grau de personalização que oferece, por suportar aplicações nativas e escritas em HTML 5 e por requerer um conjunto de especificações modestas.
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