19
Nov
Ingress, o jogo paranóico da Google baseado em Realidade Aumentada
por BdB Google , Ingress , Raalidade Aumentada , Social Game
O mundo à tua volta não é nada do que parece”. Esta é a frase que dá o mote para o primeiro jogo da Google baseado em Realidade Aumentada.
A linha narrativa da história base parte de uma experiência cientifica que está a ser efectuada na Europa e que poderá estar a alterar a forma como pensamos e vemos o mundo que nos rodeia.
Para ‘descodificar’ o ambiente envolvente, o jogador tem à sua disposição o seu smartphone que se converte num portal para o ‘verdadeiro mundo’.



Inspirando-se em séries televisivas como o ‘Perdidos’ e jogos como o ‘World of Warcraft’ (todos estão a jogar o mesmo jogo), o responsável pelo projecto garante que, desta vez, haverá um desfecho satisfatório para quem conseguir levar o jogo de ‘fio a pavio’.
Um vez concluída a fase que explica o funcionamento do jogo e os objectivo a alcançar (tutorial), o jogador é confrontado com um decisão que irá marcar o resto do tempo que gastará a joga-lo. Tem que escolher um dos dois grupos que lutam pelo futuro da humanidade: os ‘Iluminados’ ou a ‘Resistência’.
Depois é só interagir com os portais que surgem em seu redor, reunir, analisar e investigar as pistas que vão aparecendo e sair para a rua uma vez que a ‘luta’ passa-se lá fora.

Ao circular pelas ruas é possível encontrar energia (a quantidade depende do movimento que ela regista), portais (locais de interesse), pistas e objectos que devem ser combinados, analisados e usados para progredir.
Nesta fase este jogo apenas está disponível em fase de desenvolvimento fechada (beta) e só pode ser jogado por convite embora a maioria dos interessados possam acompanhar a sua evolução através de uma página não oficial.

Por enquanto um dos maiores problemas que a equipa de desenvolvimento ainda está a tentar resolver é a necessidade constante de uma ligação à Internet, de se manter o receptor GPS sempre ligado, os sensores e bússola digital activos e a intensidade da iluminação do ecrã no máximo para se conseguir ver alguma coisa sob luz do sol. É que ainda não existem dispositivos preparados para aguentar de uma forma consistente a quantidade de energia necessária a uma utilização intensiva do jogo.



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