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Fev
Fragmentação no Android começa a dissipar-se
por Pedro Ivo Faria Android , Eclair , Froyo , Gingerbread
Um dos principais problemas apontados ao Android no passado foi a elevada fragmentação que existia no mercado. A velocidade com que a Google lançava novas versões do seu sistema operativo não era acompanhada pelos fabricantes e daí resultou uma grande dificuldade em se desenvolver aplicações compatíveis com todas elas.



A Google tinha prometido que as actualizações passariam a ser mais espaçadas e que a fragmentação existente iria ser ultrapassada num curto espaço de tempo. Neste momento praticamente 90% dos terminais Android estão equipados com a versão 2.1 ou posterior, o que representa um grande passo em direcção à estabilidade da plataforma.
Apesar de existirem algumas diferenças significativas nas três versões pós-2.0 – o Android 2.1, 2.2 e 2.3 – a base comum já é suficientemente semelhante para garantir a compatibilidade entre todas elas.

Esta redução na fragmentação é consequência do crescimento do Android e não do empenho dos fabricantes em manterem os terminais já vendidos actualizados. Muitos dos terminais que foram comercializados com o Android 1.5 ou 1.6 não chegaram a receber a tão esperada actualização para o Android 2.0 ou 2.1, mas na prática representam apenas uma pequena parcela da quota da plataforma móvel da Google.

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