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Dez
Versões 2.1 e 2.2 já representam 83% dos terminais Android activos
por Pedro Ivo Faria Android , Eclair , Froyo , Gingerbread , NFC , fragmentação
Um das maiores desvantagens apontadas ao Android é a sua grande fragmentação. Várias versões a coexistirem em simultâneo pode ser um grande problema para quem pretende criar serviços e aplicações e tem que optar entre suportar o maior número de modelos ou aproveitar as funcionalidades introduzidas nas versões mais recentes do sistema operativo.



O esforço da Google para acabar com esta fragmentação está a dar os seus frutos e neste momento apenas 17% dos terminais activos contam com versões do Android anteriores à 2.1. Ainda que os fabricantes continuem sem apostar no lançamento de versões mais actuais do Android para os seus modelos mais antigos, estes últimos começam a ser pouco representativos face ao crescimento registado nos últimos meses.
Como praticamente todos os terminais Android lançados no mercado são baseados nas versões 2.1 ou 2.2, estas duas versões são agora as mais representativas com 39.6% e 43.4% de quota respectivamente.

O problema está apenas aparentemente resolvido já que o número de terminais com o Android 1.5 e 1.6 continua a ser o mesmo de há um ano e uma nova versão do Android está prestes a chegar ao mercado. Entre as várias novidades atribuídas ao Gingerbread está mais uma que poderá vir a fazer a diferença para quem desenvolve aplicações: suporte para tecnologia NFC.
A confirmar-se a sua introdução no Android 2.3, passará a existir dois grandes perfis de terminais: os que dispõem de tecnologia NFC, e como consequência estarão aptos a efectuar pagamentos sem fios (por exemplo), e os actuais que não dispõem dela.


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